DISSE-LHE JESUS IDE POR TODO O MUNDO E PREGAI O EVANGELHO A TODA CRIATURA... mc 16-15 leia a biblia pois ela é a lei!
sexta-feira, 15 de julho de 2011
"O qual não cometeu pecado, nem dolo algum se achou em sua boca, pois ele, quando ultrajado, não revidava com ultraje, quando maltratado não fazia ameaças, mas entregava-se àquele que julga retamente." 1 Pedro 2.22-23
Na cruz do Calvário aconteceu a mais completa e inconcebível renúncia, cuja profundidade nunca conseguiremos sondar, pois foi quando os pecados de todas as pessoas de todos os tempos foram colocados sobre Jesus. Isso não aconteceu teórica ou simbolicamente, mas foi terrível e assustadora realidade: o castigo por todos os nossos pecados foi colocado sobre Aquele que não tinha pecado. Justamente ali vemos Aquele que ficou sem direitos, que foi injustiçado, tornando-se a perfeita justiça de Deus por nós. Que estranho mistério! Mas aqui se desenham perspectivas ainda mais gloriosas: enquanto vemos admirados as conseqüências da Sua renúncia e as bênçãos que abrangem o mundo todo, o Espírito Santo nos move a seguir o Cordeiro também nesse sentido. Entenda, se o Senhor lhe diz: "Sê tu uma bênção", isso quer dizer: assuma a natureza da renúncia de Jesus a tal ponto de estar em condições de testificar: "...como desconhecidos, e entretanto bem conhecidos; como se estivéssemos morrendo e contudo eis que vivemos; como castigados, porém não mortos; entristecidos, mas sempre alegres; pobres, mas enriquecendo a muitos; nada tendo, mas possuindo tudo."
quinta-feira, 14 de julho de 2011
Pastor está entre as vítimas do acidente aéreo que matou 16 pessoas no Recife
Um pastor evangélico está entre as vítimas do acidente aéreo que ocorreu na manhã de hoje, no Recife.
Ivanildo Santos Filho era gerente financeiro adjunto do Grupo Ser Educacional. Pastor Ivanildo, 46 anos, estava indo realizar avaliação de rotina na unidade da Faculdade Maurício de Nassau, em Natal.
Em nota, o Grupo Ser Educacional lamentou o acidente aéreo e informou que está prestando todo o apoio à família do colaborador.
Ele também era pastor da Igreja de Deus – filial 19, que fica no bairro de Ouro Preto, em Olinda. Nas redes sociais, é possível ver a sensibilização dos fiéis da denominação com a tragédia inesperada. Já a empresa em que ele trabalhava acrescentou que o pr. Ivanildo Martins “era um excelente funcionário e vai deixar saudade em todos que o conheciam”. O pastor, que havia substituído o pastor Willian na direção da igreja, deixa esposa e um filho de 16 anos.
A aeronave modelo LET 410 com prefixo PR-NOB caiu às 06h52m dessa quarta-feira, 13, num terreno baldio próximo à Avenida Boa Viagem, logo após decolar do Aeroporto Internacional do Recife (PE). O avião faria a rota Recife–Mossoró (RN), com escala em Natal (RN). Todos os 16 ocupantes – 14 passageiros e 2 tripulantes- morreram.
"...A si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até à morte, e morte de cruz. Pelo que também Deus o exaltou sobremaneira e lhe deu o nome que está acima de todo nome." Filipenses 2.8-9
Em Belém e no Calvário vemos Jesus renunciando à Sua honra. Não se vê nenhuma majestade nem esplendor no bebê na manjedoura. Ele, diante de cuja palavra o Universo treme, Ele, que desde a eternidade é recebido com júbilo e adorado por incontáveis seres de luz, "a si mesmo se esvaziou." Mas justamente com isso o Senhor nos leva a cair de joelhos, e nos humilhamos no pó. Como Ele é grande e como é grandioso Seu ato de renunciar à majestade exterior! Não podemos fazer outra coisa do que adorá-lO de coração, porque na renúncia da Sua honra e da Sua majestade, reconhecemos Sua natureza, oculta até agora. Quando Jesus diz: "Eu sou", então Ele revela a Sua majestade interior. "...Não fazendo caso da ignomínia": você percebe a renúncia da Sua honra? Ele está pendurado ali, no madeiro ensangüentado, não somente em dores indizíveis, mas exposto ao público – uma vergonha terrível. Mas eis que, na entrega voluntária da Sua glória, dEle, do crucificado, irradia um brilho indescritível. Ele fez isso por você. Ele desceu da maior honra para a vergonha mais profunda, para que nós, eu e você, alcancemos honra eterna.
quarta-feira, 13 de julho de 2011
"Porque ninguém pode lançar outro fundamento, além do que foi posto, o qual é Jesus Cristo." 1 Coríntios 3.11
Quem pode atingir a profunda renúncia de Jesus? Mesmo que você tenha sido humilhado profundamente, mesmo que sua humilhação o tenha levado às profundezas mais escuras, quando você tiver chegado ao ponto mais profundo, reconhecerá que Jesus foi humilhado muito mais. Em Belém e no Calvário vemos a renúncia do Senhor ao Seu poder: "Aquele que foi manifestado na carne."
Mas Jesus não era uma criatura, Ele era o próprio Criador! Ele não era um homem, Ele era Deus. Todos sabemos disso muito bem. Mas somente quando compreendemos em espírito a renúncia ao poder e a abnegação de Jesus, começamos a compreender o mistério da Sua vitória. O Calvário, onde Ele renunciou definitivamente ao poder que lhe cabia por direito, onde Ele foi crucificado em fraqueza, foi o lugar onde o Seu poder se manifestou mais gloriosamente. No Calvário, no maior desamparo, Ele nos trouxe a maior ajuda. Ali, totalmente vencido pelos Seus inimigos, Ele conquistou a maior vitória. Contemple o Cordeiro despojado do Seu poder! Ele, somente Ele, é a nossa fonte de poder!
Mas Jesus não era uma criatura, Ele era o próprio Criador! Ele não era um homem, Ele era Deus. Todos sabemos disso muito bem. Mas somente quando compreendemos em espírito a renúncia ao poder e a abnegação de Jesus, começamos a compreender o mistério da Sua vitória. O Calvário, onde Ele renunciou definitivamente ao poder que lhe cabia por direito, onde Ele foi crucificado em fraqueza, foi o lugar onde o Seu poder se manifestou mais gloriosamente. No Calvário, no maior desamparo, Ele nos trouxe a maior ajuda. Ali, totalmente vencido pelos Seus inimigos, Ele conquistou a maior vitória. Contemple o Cordeiro despojado do Seu poder! Ele, somente Ele, é a nossa fonte de poder!
terça-feira, 12 de julho de 2011
Erasmo de Roterdão morreu há 475 anos
O Humanista holandês Erasmo de Roterdão foi um dos principais mentores da Reforma Protestante, iniciada no século XVI por Martinho Lutero.
Erasmo nasceu em 1466, na cidade de Roterdão (Holanda). Frequentou o Collège Montaigu, em Paris, e continuou os seus estudos na Universidade de Paris, o então principal centro escolástico de França. Além destes centros escolásticos, Erasmo cedo foi recebendo influências crescentes do Renascimento da cultura clássica, que chegava de Itália.
Erasmo optou por uma vida de académico independente: independente de país, independente de laços académicos, de lealdade religiosa, e de tudo que pudesse interferir com a sua liberdade intelectual e com a sua expressão literária. Este viveu numa época em que era imperativo, em toda a Europa, existir um conjunto de medidas que pusessem termo ao saber dogmático, imposto pelo poder clerical, um saber que impedia o desenvolvimento da opinião pública e consciencialização política na Europa.
Com o propósito de terminar com o conhecimento de cariz dogmático, este nutriu como principal objectivo de vida, regenerar o continente europeu, pondo em evidência o ideal evangélico e opondo-o contra as guerras. Segundo este, “para se chegar à paz, ter-se-ia que se proceder ao desarmamento dos países, retirando aos príncipes o direito de declarar guerra e de mobilizar a força nacional em favor da paz”. Juntamente com Maquiavel, Leonardo da Vinci, Lutero e Calvino, Erasmo de Roterdão foi um dos principais percussores do Renascimento. Erasmo escreveu um livro denominado “O Elogio da Loucura”, que dedicou a Thomas More, um escritor, advogado e homem de leis inglês.
Este livro, escrito em 1509 e publicado em 1511, é considerado um dos principais legados do Humanista holandês, sendo um dos mais influentes livros da civilização ocidental e um dos principais catalisadores da Reforma Protestante, reforma essa iniciada por Martinho Lutero. Erasmo morreu no dia 11 de Julho de 1536 em Basileia (actual Suíça).
"Por que estás abatida, ó minha alma? por que te perturbas dentro em mim? Espera em Deus, pois ainda o louvarei, a ele, meu auxílio e Deus meu." Salmo 43.5
Você está inquieto, estressado? As palavras "não tenho tempo" são como chicotadas do diabo. A pressa abre para muitos uma sepultura prematura. "Não tenho tempo" – apesar de todos os meios modernos que nos ajudam a ser mais rápidos no trânsito e no trabalho, apesar das muitas facilidades que não existiam antigamente. Muitos estão presos por esse espírito da pressa. Mas Jesus também venceu esse espírito! Como você pode ser liberto disso? Não por meio de maiores esforços, mas por meio de mais oração. Quando você se colocar de joelhos, o Senhor lhe mostrará na Sua Palavra o caminho para libertação desse espírito da pressa. O nervosismo é uma conseqüência da pressa. Provérbios 14.30 diz: "O ânimo sereno é a vida do corpo."
Por que o seu coração está tão inquieto, tão nervoso? Não é porque você não consegue realizar os muitos trabalhos que esperam para serem feitos, também não porque as preocupações são demasiadamente grandes, mas porque você não confia no Senhor. Inquietação interior é falta de fé. Mas, invertendo a situação, você pode ter um coração sereno mesmo no meio de grande volume de trabalho se seu coração descansar em Jesus Cristo!
Por que o seu coração está tão inquieto, tão nervoso? Não é porque você não consegue realizar os muitos trabalhos que esperam para serem feitos, também não porque as preocupações são demasiadamente grandes, mas porque você não confia no Senhor. Inquietação interior é falta de fé. Mas, invertendo a situação, você pode ter um coração sereno mesmo no meio de grande volume de trabalho se seu coração descansar em Jesus Cristo!
segunda-feira, 11 de julho de 2011
"O Senhor vosso Deus vai adiante de vós, ele pelejará por vós..." Deuteronômio 1.30
Você ficou cansado na luta da vida e se sente prostrado. Grandes dificuldades parecem formar montanhas à sua frente. Em seu íntimo parece existir apenas o som de batalhas e lutas. Simplesmente não há meio de fazer com que em seu íntimo as coisas se aquietem? Situações injustas, tratamento injusto, castigo injusto, ameaça de enfermidade, preocupações e aflições, provações extenuantes – o que coloca você em constante posição de combate a tal ponto que você não consegue mais se acalmar? Escute o que diz a Bíblia: "O Senhor pelejará por vós, e vós vos calareis." Ele sabe pelejar muito melhor do que você. Diante dEle nenhum inimigo pode resistir. Por que você ainda luta com suas próprias forças? Porque inconscientemente você pensa que ainda tem suficiente força, que pode fazer as coisas sozinho. Mas você será derrotado, pois está escrito: "Ele me abateu a força no caminho." Por quê? Para que você pare de lutar! Pois Jesus lutou vitoriosamente por você. A luta que você trava, tão ingrata e sem resultados, tem sua origem na ilusão que você tem de que pode fazer as coisas à sua moda, de que tem condições de resolver os problemas por conta própria. A nossa luta maior deveria ser deixar de lutar por nós mesmos. Entregue-se completamente nas mãos do Senhor. Ele pelejará por você!
domingo, 10 de julho de 2011
"Deus continuou: Não te chegues para cá; tira as sandálias dos pés, porque o lugar em que estás é terra santa." Êxodo 3.5
O que Deus revelou ao seu servo Moisés?
– Sua santidade: Esta sempre é a primeira coisa que o Senhor revela aos Seus filhos: Ele os confronta com Sua santidade! Somos obrigados a tirar nossos calçados na presença do Senhor, e isso significa nos despojar de todas as coisas deste mundo.
– Sua fidelidade: "Eu sou o Deus de teu pai, o Deus de Abraão, o Deus de Isaque, e o Deus de Jacó." Em outras palavras: Eu sou o eternamente fiel, que carregou e sustentou seu pai e que quer carregar também a você. Eu o sou! O Senhor tomou de Moisés a fé e a confiança que ele tinha em si mesmo e, através da revelação de Sua fidelidade, encheu-o com fé e confiança no Senhor.
Como reagiu Moisés em relação à revelação do Senhor? "Moisés escondeu o rosto, porque temeu olhar para Deus." Esta foi a vitória! O Senhor havia esperado por essa reação. Somente agora Moisés estava apto a ser chamado e usado pelo Senhor. Em outras palavras, somente quando somos tomados pelo temor do Senhor através de um encontro real com Ele é que estaremos em condições de sermos úteis e frutíferos no ministério que Ele nos confiou!
– Sua santidade: Esta sempre é a primeira coisa que o Senhor revela aos Seus filhos: Ele os confronta com Sua santidade! Somos obrigados a tirar nossos calçados na presença do Senhor, e isso significa nos despojar de todas as coisas deste mundo.
– Sua fidelidade: "Eu sou o Deus de teu pai, o Deus de Abraão, o Deus de Isaque, e o Deus de Jacó." Em outras palavras: Eu sou o eternamente fiel, que carregou e sustentou seu pai e que quer carregar também a você. Eu o sou! O Senhor tomou de Moisés a fé e a confiança que ele tinha em si mesmo e, através da revelação de Sua fidelidade, encheu-o com fé e confiança no Senhor.
Como reagiu Moisés em relação à revelação do Senhor? "Moisés escondeu o rosto, porque temeu olhar para Deus." Esta foi a vitória! O Senhor havia esperado por essa reação. Somente agora Moisés estava apto a ser chamado e usado pelo Senhor. Em outras palavras, somente quando somos tomados pelo temor do Senhor através de um encontro real com Ele é que estaremos em condições de sermos úteis e frutíferos no ministério que Ele nos confiou!
sábado, 9 de julho de 2011
"Apareceu-lhe o Anjo do Senhor numa chama de fogo do meio duma sarça." Êxodo 3.2
Onde o Senhor vem ao nosso encontro?
– No deserto, na solidão: Moisés estava no deserto, livre de todos os relacionamentos humanos.
– No Monte Horebe, no monte de Deus: "Horebe" significa aridez. Se em seu coração, de acordo com os seus sentimentos, tudo se tornou vazio e árido, o Senhor está bem próximo.
Como o Senhor se revela?
– Como o Deus eterno, justo: "Moisés olhou, e eis que a sarça ardia no fogo, e a sarça não se consumia." A chama da Sua justiça nunca se apaga. Mas Ele também se revela como o Deus do amor eterno. Seu amor nunca termina.
– Na Sua palavra: a ignorância de Moisés é um elemento profundamente trágico. Embora o Senhor estivesse tão próximo dele, Moisés não teve condições de reconhecê-lO. Ele até disse: "Irei para lá, e verei esta grande maravilha, porque a sarça não se queima." Só houve um meio de mostrar a Moisés sua ignorância, e o Senhor usou esse meio: a Sua palavra! Deus falou através da sarça, e disse: "Moisés, Moisés! Ele respondeu: Eis-me aqui." Foi o falar direto de Deus que o convenceu de que realmente Deus estava ali.
– No deserto, na solidão: Moisés estava no deserto, livre de todos os relacionamentos humanos.
– No Monte Horebe, no monte de Deus: "Horebe" significa aridez. Se em seu coração, de acordo com os seus sentimentos, tudo se tornou vazio e árido, o Senhor está bem próximo.
Como o Senhor se revela?
– Como o Deus eterno, justo: "Moisés olhou, e eis que a sarça ardia no fogo, e a sarça não se consumia." A chama da Sua justiça nunca se apaga. Mas Ele também se revela como o Deus do amor eterno. Seu amor nunca termina.
– Na Sua palavra: a ignorância de Moisés é um elemento profundamente trágico. Embora o Senhor estivesse tão próximo dele, Moisés não teve condições de reconhecê-lO. Ele até disse: "Irei para lá, e verei esta grande maravilha, porque a sarça não se queima." Só houve um meio de mostrar a Moisés sua ignorância, e o Senhor usou esse meio: a Sua palavra! Deus falou através da sarça, e disse: "Moisés, Moisés! Ele respondeu: Eis-me aqui." Foi o falar direto de Deus que o convenceu de que realmente Deus estava ali.
sexta-feira, 8 de julho de 2011
"Apascentava Moisés o rebanho... chegou ao monte de Deus, a Horebe." Êxodo 3.1
Um encontro com Deus sempre tem conseqüências revolucionárias. No encontro decisivo que Moisés teve com o Senhor, perguntamo-nos em primeiro lugar: como era o Moisés que o Senhor encontrou?
– Sossegado: Moisés era pastor de ovelhas. Existe ocupação mais tranqüila? O ambiente em que ele vivia era calmo, como era também o seu coração. Para chegar a ser assim, Moisés necessitou de quarenta longos anos. E, naquele momento, ele estava maduro para encontrar a Deus.
– Sincero: Moisés e as ovelhas faziam parte de um todo; eles se entendiam mutuamente, caso contrário, ele não teria agüentado tanto tempo no meio delas. Nisso reconhecemos a sua autenticidade, pois Jesus disse mais tarde: "Todo aquele que é da verdade ouve a minha voz" e: "As minhas ovelhas ouvem a minha voz." Moisés havia se tornado um homem da verdade. Esta também é a condição para que o Senhor possa nos encontrar.
– Desiludido: Moisés era um homem desiludido da vida. Seus próprios esforços em libertar o povo da escravidão resultaram em nada. Pelo contrário, ele teve que fugir e sumir no deserto. Mas ali Deus o encontrou, e deu um novo encargo ao Seu servo desiludido.
– Sossegado: Moisés era pastor de ovelhas. Existe ocupação mais tranqüila? O ambiente em que ele vivia era calmo, como era também o seu coração. Para chegar a ser assim, Moisés necessitou de quarenta longos anos. E, naquele momento, ele estava maduro para encontrar a Deus.
– Sincero: Moisés e as ovelhas faziam parte de um todo; eles se entendiam mutuamente, caso contrário, ele não teria agüentado tanto tempo no meio delas. Nisso reconhecemos a sua autenticidade, pois Jesus disse mais tarde: "Todo aquele que é da verdade ouve a minha voz" e: "As minhas ovelhas ouvem a minha voz." Moisés havia se tornado um homem da verdade. Esta também é a condição para que o Senhor possa nos encontrar.
– Desiludido: Moisés era um homem desiludido da vida. Seus próprios esforços em libertar o povo da escravidão resultaram em nada. Pelo contrário, ele teve que fugir e sumir no deserto. Mas ali Deus o encontrou, e deu um novo encargo ao Seu servo desiludido.
quinta-feira, 7 de julho de 2011
"Eis que vem com as nuvens, e todo olho o verá, até quantos o traspassaram. E todas as tribos da terra se lamentarão sobre ele. Certamente. Amém." Apocalipse 1.7
Sobre uma coisa precisamos ter clareza: o reinado do Senhor Jesus é uma realidade nos dias em que vivemos. Se Jesus de fato tem a superioridade, se de fato tudo está sujeito a Ele, então o poder de Satanás é uma mentira. O próprio Satanás é o pai da mentira, segundo as palavras do Senhor Jesus. Se você ainda está preso ao poder de Satanás, aos espíritos de depressão, e a vícios e paixões obscuras, então preste atenção nas palavras da Bíblia: "...resisti ao diabo, e ele fugirá de vós. Chegai-vos a Deus e ele se chegará a vós outros." Sou sumamente grato por poder anunciar a verdade absoluta da vitória de Jesus. A conclusão é: se Jesus Cristo de fato conquistou a vitória completa por meio de Suas lágrimas, por meio do Seu sangue; e se Sua morte na cruz do Calvário de fato conquistou a completa vitória, então o poder de Satanás é ilegal. Se você diz que crê em Jesus Cristo, mas de uma ou de outra forma ainda está preso, então está preso ilegalmente. Jesus anulou completamente o direito que Satanás, pelo pecado, havia assumido sobre sua vida.
quarta-feira, 6 de julho de 2011
PREPARE-SE
Apocalipse 13 é um dos mais fascinantes e misteriosos capítulos de toda a Bíblia. Esse capítulo é singular para a nossa época, porque não identifica países definidos por fronteiras; em vez disso, ele fala do mundo inteiro – um mundo global. Essa mensagem simplesmente ignora que o planeta Terra é dividido em cinco continentes e aproximadamente 200 nações. Ele ignora que essas nações são diversas, falam línguas diferentes, têm diferentes culturas, praticam várias religiões, têm seus próprios costumes e festejam seus próprios feriados. Apocalipse 13 ignora tudo isso e simplesmente nos revela um mundo único no final dos tempos: uma Nova Ordem Mundial para todas as pessoas do planeta Terra.
Sabemos que uma situação dessas seria impossível um século atrás. O mundo era muito diversificado e dividido por fronteiras nacionais, mantidas por forças militares. Mas, hoje em dia, está acontecendo uma coisa que nunca aconteceu antes: a corrida em direção ao globalismo.
Durante a crise financeira internacional, o globalismo atravessou um terreno instável, em que as nações tentaram desesperadamente cuidar de si mesmas. Neste contexto, o protecionismo tornou-se uma questão séria para o mundo. Mas tudo isso é temporário. Não devemos jamais permitir que nossa visão da profecia bíblica seja obscurecida pelas circunstâncias atuais. No fim das contas, o mundo precisa, e irá, se tornar um. Essa é uma sentença irrevogável da profecia bíblica.
Apocalipse 13 mostra o resumo do sucesso fraudulento de Satanás, o deus deste mundo e príncipe das trevas que dominou o planeta Terra com suas artimanhas. Esse capítulo da Bíblia fala de política, comércio e religião; tudo junto. A autoridade terrena é o Anticristo; seu poder é absoluto. Ninguém pode existir no planeta Terra se não tiver a marca da besta.
Os 18 versículos de Apocalipse 13 são uma mensagem compacta sobre o final dos tempos, destacando três identidades principais:
1. O dragão;
2. A primeira besta, que é o Anticristo; e
3. A segunda besta, que é o falso profeta.
Trindade e criação
O dragão, a primeira e a segunda besta são uma imitação da Trindade de Deus. Sua tarefa é a criação de duas coisas específicas: 1. A imagem da besta; e 2. A marca da besta.
Enquanto Deus criou o homem à sua imagem e lhe ordenou que sujeitasse a terra, a trindade do mal cria a imagem e a marca da besta para sujeitar o homem. O propósito de Satanás é tornar o homem sujeito à sua autoridade. Satanás quer ser Deus. Essa, em resumo, é a história da humanidade.
Introdução à revelação de Jesus Cristo
A mensagem desse capítulo precisa ser entendida, estudada e analisada no contexto de todo o livro do Apocalipse.
O livro começa com: “Revelação de Jesus Cristo, que Deus lhe deu para mostrar aos seus servos as coisas que em breve devem acontecer e que ele, enviando por intermédio do seu anjo, notificou ao seu servo João” (Apocalipse 1.1); e termina com: “A graça do Senhor Jesus seja com todos” (Apocalipse 22.21). Ele é, portanto, a Revelação de Jesus Cristo.
Os três primeiros capítulos revelam o Senhor exaltado e suas mensagens para sete igrejas especificadas por seus nomes. Essas igrejas são geográfica e historicamente identificáveis. São igrejas reais, existentes na terra.
Céu aberto
Então, no capítulo 4, algo diferente acontece: “Depois destas coisas, olhei, e eis não somente uma porta aberta no céu, como também a primeira voz que ouvi, como de trombeta ao falar comigo, dizendo: Sobe para aqui, e te mostrarei o que deve acontecer depois destas coisas” (v. 1). Agora, o lugar do evento é o céu. O texto menciona especificamente que João recebeu ordem de subir “para aqui” a fim de ver e transcrever “o que deve acontecer depois destas coisas”.
Ao lermos o livro de Apocalipse, é importante entender que esta é uma mensagem vinda do céu.
Fora deste mundo
Ao lermos o livro de Apocalipse, é importante entender que esta é uma mensagem vinda do céu.
João está na presença do Senhor, no céu. Estamos diante de algo que, literalmente, não é deste mundo, mas é endereçado às pessoas da terra, particularmente àqueles que lêem e ouvem: “Bem-aventurados aqueles que lêem e aqueles que ouvem as palavras da profecia e guardam as coisas nela escritas, pois o tempo está próximo” (Apocalipse 1.3).
Coisas físicas terrenas e coisas físicas espirituais
Ao lermos o livro de Apocalipse como crentes em Cristo, precisamos pedir sabedoria para distinguir entre coisas físicas terrenas e coisas físicas espirituais.
Aqui está um exemplo: No capítulo 1, encontramos uma descrição do Senhor:
“Voltei-me para ver quem falava comigo e, voltado, vi sete candeeiros de ouro e, no meio dos candeeiros, um semelhante a filho de homem, com vestes talares e cingido, à altura do peito, com uma cinta de ouro. A sua cabeça e cabelos eram brancos como alva lã, como neve; os olhos, como chama de fogo; os pés, semelhantes ao bronze polido, como que refinado numa fornalha; a voz, como voz de muitas águas. Tinha na mão direita sete estrelas, e da boca saía-lhe uma afiada espada de dois gumes. O seu rosto brilhava como o sol na sua força” (v. 12-16).
João é incapaz de descrever o que está vendo, senão através de definições metafóricas. Observe as palavras “semelhante” e “como”. Os seus cabelos eram brancos “como neve”; seus olhos, “como chama de fogo”; seus pés “semelhantes ao bronze polido, como que refinado numa fornalha”; a sua voz “como voz de muitas águas”. Se deixarmos nossa imaginação correr solta, construiremos uma figura delirante: um homem com cabelo branco, com labaredas saindo dos olhos, pés pegando fogo, e com uma voz parecendo as Cataratas do Niágara. Esses pensamentos nos levam a uma imagem distorcida da realidade espiritual que o autor tenta transmitir no livro de Apocalipse.
Vejamos alguns outros exemplos.
Irreal, em termos terrenos
No capítulo 5, lemos estas palavras: “... eis que o Leão da tribo de Judá, a Raiz de Davi, venceu...” (v. 5). No verso 6, lemos: “... entre os anciãos, de pé, um Cordeiro como tendo sido morto...”. Obviamente, o Senhor não havia se transformado num animal, num cordeiro, e nem num leão. Ele é aquele que Isaías descreve: “Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; o governo está sobre os seus ombros; e o seu nome será: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz” (Isaías 9.6).
Mas, novamente, acho que todos nós concordamos que uma criança não poderia ser chamada de “Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz”. Sob o ponto de vista intelectual, não faz o menor sentido. Assim, precisamos nos lembrar do que diz 1 Coríntios 2.14-15: “Ora, o homem natural não aceita as coisas do Espírito de Deus, porque lhe são loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente. Porém o homem espiritual julga todas as coisas, mas ele mesmo não é julgado por ninguém”.
Não faz sentido presumir que a besta sobre a qual lemos em Apocalipse 13 seja um animal desconhecido que tem sete cabeças e dez chifres.
A besta de sete cabeças
Do mesmo modo, não faz sentido presumir que a besta sobre a qual lemos em Apocalipse 13 seja um
animal desconhecido que tem sete cabeças e dez chifres. Se deixarmos essas fantasias entrarem na nossa mente, imaginando a figura de um monstro, teremos dificuldade em entender o significado espiritual realista dessa profecia.
Apocalipse 13 pode ser difícil de entender, mas isso não altera o que está escrito em 2 Timóteo 3.16: “Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça”. Com essas palavras, temos a garantia da confiabilidade da Bíblia e recebemos instruções para estudar criteriosamente o conteúdo da Bíblia; neste caso, o livro de Apocalipse.
Toda a terra
Em particular, este capítulo se aplica à época em que vivemos por causa das palavras que identificam o globalismo: “toda a terra” (v. 3); “cada tribo, povo, língua e nação” (v. 7); “adorá-la-ão todos os que habitam sobre a terra” (v. 8); “a terra e os seus habitantes” (v. 12). Essas palavras apontam claramente o que está acontecendo em nossos dias. “Toda a terra” significa o mundo inteiro, e essa é a característica do globalismo.
É mais do que evidente que isso não poderia ter acontecido 100 ou 200 anos atrás. Naquela época, seria impossível para o mundo se unir, ser governado por um único líder ou ter um sistema econômico que monopolizasse o planeta Terra. Pensar em uma religião unificada que fizesse com que “todos os que habitam sobre a terra” adorassem a besta era algo completamente fora de cogitação.
O que aconteceria se seus aviões não pudessem voar por cima dos outros países? A interdependência é um resultado natural do avanço tecnológico.
A nova interdependência
Até há pouco tempo, as nações tinham independência. Cada uma delas precisava zelar pela segurança de suas fronteiras e estabelecer novas, na maioria das vezes pelo uso da força. Elas
tinham que cuidar de sua economia, finanças e religião, independentes umas das outras. Mas, hoje em dia, isso já não acontece. Praticamente tudo se tornou uma questão global. Tudo o que acontece em outros países, afeta o nosso. A independência foi substituída pela interdependência. O motivo disso é bastante razoável. Por exemplo, para fazer vôos para a Europa, os Estados Unidos tem que pedir permissão ao Canadá para cruzar seu espaço aéreo. Pense só em países interiores, como a Suíça. O que aconteceria se seus aviões não pudessem voar por cima dos outros países? A interdependência é um resultado natural do avanço tecnológico.
Comunicação
A comunicação entre as nações também era limitada. Os países falavam línguas diferentes. A tradução só estava ao alcance das classes superiores. Ninguém sabia realmente o que estava acontecendo no país vizinho. A única informação disponível era aquela fornecida por seus respectivos líderes.
Hoje em dia, podemos nos comunicar com o mundo todo a qualquer hora. Ondas de rádio, telefone, satélites e cabos interconectaram os continentes. Praticamente todas as pessoas podem se comunicar com qualquer um a qualquer hora.
Transporte
Quando lemos na Bíblia sobre uma sociedade política, econômica e religiosa global, compreendemos que só nos nossos dias é que essas coisas são possíveis.
E o que dizer dos transportes? As possibilidades eram bastante limitadas antes de 1900. Os transportes terrestres dependiam da tração animal: cavalo, jumento, camelo, etc. Essa forma de
viajar extremamente desconfortável provocava dores nas costas, era muito cansativa e expunha o viajante a grandes perigos. Até mesmo um rei não conseguia percorrer mais do que alguns quilômetros por dia. Além disso, não havia estradas pavimentadas que permitissem uma viagem com um mínimo de conforto. Fora dos vilarejos e cidades, não havia ruas pavimentadas nem rodovias de concreto. As viagens dependiam das condições meteorológicas. Ao tentar ir de um lugar ao outro, o viajante podia ficar retido por vários dias por causa da chuva, por exemplo. As pontes eram poucas. No calor do verão, deveria ser insuportável viajar por aquelas estradas quentes e poeirentas, através de densas florestas, sujeito a todo tipo de perigo a cada curva. Cruzar os oceanos era se arriscar num barquinho de madeira, dependendo dos ventos para se mover e esperando que eles soprassem na direção certa. Histórias sobre as antigas viagens marítimas ficaram registradas para nós no Livro dos Atos. Hoje, podemos praticamente dar a volta ao mundo em 24 horas. Um percurso de 50 km numa cidade não é nada incomum. Muitos fazem isso diariamente.
Portanto, quando lemos na Bíblia sobre uma sociedade política, econômica e religiosa global, compreendemos que só nos nossos dias é que essas coisas são possíveis. Estamos vivendo na época em que essas coisas podem se cumprir.
Espero que esta breve introdução prepare o palco para nosso estudo a respeito desse capítulo singular – Apocalipse 13 – e transmita ao nosso coração a mensagem de que esta é realmente a preparação para a última vitória de Satanás!
terça-feira, 5 de julho de 2011
Nada a esconder, nada a temer?
Os Estados Unidos estão liderando a Europa e o restante do mundo em direção a uma nova era de vigilância. Na esteira dos atentados de setembro de 2001, os EUA têm produzido tecnologias de segurança que vão desde a coleta de dados nos aeroportos até sistemas de biometria para identificar os visitantes que chegam ao país. Essas tecnologias têm sido exportadas e adotadas ao redor do globo. Entretanto, enquanto a cultura americana libertária e antigovernamental talvez protegerá seus cidadãos dos piores excessos da vigilância das autoridades, os europeus poderão não ter a mesma sorte.
O público britânico, com sua confiança instintiva no governo, tem se mostrado indiferente diante do avanço da vigilância. Mais preocupado em se sentir seguro do que estar em segurança, ele não tem reagido aos relatórios do próprio governo que sugerem que a proliferação de câmaras de vigilância não teve "efeito sobre os crimes violentos" ou o terrorismo.
As atitudes européias com relação à privacidade variam muito, mas os europeus ocidentais tendem a suspeitar menos da autoridade governamental centralizada do que os americanos. Quando o governo dos EUA anunciou o programa US-VISIT, que exige que todos os estrangeiros que chegam ao país sejam fotografados, tenham suas impressões digitais coletadas e suas informações biométricas incluídas em um banco de dados, não houve protestos oficiais da França e da Alemanha, pois ambos os países já estão planejando coletar as impressões digitais de quem solicitar um visto de entrada. O Brasil, em contraste, retaliou, impondo a identificação de visitantes americanos.
A deferência maior dos europeus à autoridade governamental levou países como a Alemanha e a Grã-Bretanha a adotar medidas de vigilância após 11/9/2001 que, de certa forma, foram além das normas impostas pelos EUA. Em 2002, por exemplo, a Alemanha aprovou uma lei que autoriza o governo a criar um banco de dados centralizado com informações pessoais sobre estrangeiros, incluindo suas impressões digitais e sua filiação religiosa. A lei também autoriza a inclusão de dados biométricos, como impressões digitais, nas cédulas de identidade dos alemães. Além disso, ela apóia explicitamente a coleta de dados em ampla escala, exigindo que as agências governamentais repassem os dados pessoais à polícia federal.
Na Grã-Bretanha, onde se é ainda menos desconfiado com a vigilância governamental do que na Alemanha, devido à experiência diferente com relação ao fascismo e ao comunismo, o aumento do poder de vigilância tem sido maior. Leis antiterroristas aprovadas em 2000 e 2001 permitem que a polícia prenda sem mandato quaisquer pessoas suspeitas de terrorismo. Elas podem ficar detidas durante 48 horas sem direito à presença de um advogado. A polícia também pode tirar impressões digitais, fotografar e procurar sinais característicos no corpo dos suspeitos sem o consentimento destes. Qualquer estrangeiro suspeito de terrorismo pode ser detido por tempo indeterminado sem julgamento. (Newsweek, edição européia)
Cada vez mais os governos ganham experiência na coleta de informações pessoais e, finalmente, poderão implantar o controle total sobre os indivíduos.
Quando lemos artigos sobre segurança internacional e combate ao terrorismo, devemos ter em mente duas palavras: "controle" e "identificação". Se formos realistas, concluiremos que esses procedimentos de segurança são praticamente inúteis. Os terroristas conhecem como eles funcionam e simplesmente procuram por alguma falha inevitável no esquema para escaparem da identificação.
O terrorismo sempre está um passo à frente, apesar dos governos prometerem proteção aos cidadãos. Os ataques de 11 de setembro nos EUA revelaram a completa falha de todo o sistema. Parece que a maioria não percebe que a tecnologia teve pouca relação com os atos terroristas, que foram cometidos utilizando estiletes como armas. Tais atentados poderiam ser repetidos? Terroristas que atenderem a todas as exigências de segurança podem embarcar num avião e dominar a tripulação, inutilizando completamente toda a sofisticada tecnologia implantada em nome da proteção contra atentados.
Portanto, a questão é: qual a verdadeira razão da preocupação global com a segurança? Ela é cada vez mais destacada para que se cumpram as profecias bíblicas! Os cidadãos de todos os países estão sendo educados para se submeterem a esses procedimentos. Realizando-os, os governos ganham experiência na coleta de informações pessoais e, finalmente, poderão implantar o controle total sobre os indivíduos. Não importa a nação em que vivemos e o tipo de governo que temos – no final das contas se cumprirá o que Apocalipse 13.16 diz sobre a marca da besta. (Arno Froese - http://www.chamada.com.br)
segunda-feira, 4 de julho de 2011
"...Deixando os ídolos, vos convertestes a Deus, para servirdes o Deus vivo e verdadeiro." 1 Tessalonicenses 1.9
Como foi o ministério do Senhor Jesus aqui na terra? Foi em completa entrega ao Seu Pai; Seu querer era incondicional, baseando-se somente naquilo que Seu Pai desejava. A vida de Jesus foi um contínuo e santo culto a Deus. Este ministério mais que excelente atingiu o auge no derramamento da Sua vida eterna e do Seu sangue sobre uma terra sujeita à morte: "Eu lhes dou a vida eterna."
Como deve ser o ministério daqueles que amam e seguem ao Senhor, como deve ser o nosso ministério? Exatamente como o ministério do nosso Mestre! Pois somente no mesmo ministério podemos nos tornar semelhantes a Ele. Portanto, olhe para o Senhor que serve, e saberá como deve servi-lO: "...e quem quiser ser o primeiro entre vós, será vosso servo; tal como o Filho do homem, que não veio para ser servido, mas para servir..." Portanto também podemos dizer: os verdadeiros convertidos são reconhecidos pelo seu constante servir. A atividade religiosa de muitos, ao contrário, é uma negação desse servir desprendido. Você é um servo de Jesus Cristo ou um servo da carne agindo dentro da natureza de Satanás? Eu receio que muitos cristãos tenham se afastado de Cristo por se afastarem do caminho do servir.
Como deve ser o ministério daqueles que amam e seguem ao Senhor, como deve ser o nosso ministério? Exatamente como o ministério do nosso Mestre! Pois somente no mesmo ministério podemos nos tornar semelhantes a Ele. Portanto, olhe para o Senhor que serve, e saberá como deve servi-lO: "...e quem quiser ser o primeiro entre vós, será vosso servo; tal como o Filho do homem, que não veio para ser servido, mas para servir..." Portanto também podemos dizer: os verdadeiros convertidos são reconhecidos pelo seu constante servir. A atividade religiosa de muitos, ao contrário, é uma negação desse servir desprendido. Você é um servo de Jesus Cristo ou um servo da carne agindo dentro da natureza de Satanás? Eu receio que muitos cristãos tenham se afastado de Cristo por se afastarem do caminho do servir.
domingo, 3 de julho de 2011
"Dele todos os profetas dão testemunho de que, por meio de seu nome, todo o que nele crê recebe remissão de pecados." Atos 10.43
Que mensagem poderosa! No nome de Jesus há poder perdoador, pois por trás do Seu nome está Seu sangue derramado. Aquele que invoca a Jesus invoca Seu precioso sangue e se torna alvo como a neve, pois: "...o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado."
Mas o nome de Jesus também é um poder que transmite vida. Crendo no nome de Jesus, você estará crendo na pessoa do Senhor. Jesus Cristo é Aquele que não somente morreu, mas também ressuscitou. Ele é "...a ressurreição e a vida."
Porém Seu precioso nome significa ainda mais. Ele é um bálsamo derramado. Jeremias, ao contemplar o imenso prejuízo que o povo sofrera por causa da idolatria, exclama, orando: "Acaso não há bálsamo em Gileade? ou não há lá médico?" E eis aqui a resposta em Cantares: "...como ungüento derramado é o teu nome." Talvez sejam grandes os prejuízos por causa do pecado em sua vida, talvez as feridas em sua alma estejam profundamente abertas. Você pensa que ninguém pode lhe ajudar? Claro que alguém pode – o precioso nome de Jesus pode. Somente Jesus nos compreende realmente. O nome de Jesus pode curar nosso corpo e nossa alma!
Mas o nome de Jesus também é um poder que transmite vida. Crendo no nome de Jesus, você estará crendo na pessoa do Senhor. Jesus Cristo é Aquele que não somente morreu, mas também ressuscitou. Ele é "...a ressurreição e a vida."
Porém Seu precioso nome significa ainda mais. Ele é um bálsamo derramado. Jeremias, ao contemplar o imenso prejuízo que o povo sofrera por causa da idolatria, exclama, orando: "Acaso não há bálsamo em Gileade? ou não há lá médico?" E eis aqui a resposta em Cantares: "...como ungüento derramado é o teu nome." Talvez sejam grandes os prejuízos por causa do pecado em sua vida, talvez as feridas em sua alma estejam profundamente abertas. Você pensa que ninguém pode lhe ajudar? Claro que alguém pode – o precioso nome de Jesus pode. Somente Jesus nos compreende realmente. O nome de Jesus pode curar nosso corpo e nossa alma!
sábado, 2 de julho de 2011
"Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus; a saber: aos que crêem no seu nome." João 1.12
No nome de Jesus reside um poder todo especial, ilimitado e salvador. Somente a fé compreende e experimenta esse poder! Caso contrário, como seria possível ser salvo da morte eterna apenas invocando o Seu nome pela fé? Mas o profeta Joel diz exatamente isso: "E acontecerá que todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo." Essa pessoa também é salva do poder das trevas: "Ele nos libertou do império das trevas." Por causa do poder do pecado toda pessoa está sob o poder de Satanás: "Aquele que pratica o pecado procede do diabo." Mas assim que uma pessoa invoca o nome de Jesus crendo em Seu poder salvador, as cadeias que a prendem ao pecado são rompidas. Satanás perde o poder sobre essa pessoa, ele não pode mais tocá-la: "...aquele que é nascido de Deus não vive em pecado; antes, Aquele que nasceu de Deus o guarda, e o maligno não lhe toca." Pois aquele que toca num renascido, toca no próprio Senhor: "Aquele que tocar em vós toca na menina do seu olho." Portanto, aquele que invoca o nome de Jesus pela fé reivindica para si e toma posse de toda a vitória que Jesus conquistou por nós!
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